| Uma pena que não deu certo de ir... Parabéns aos organizadores!!!!! Cerca de 120 pessoas estiveram presentes à abertura do 15. Congresso da ADJ, no sábado (24), na sede da APCD-SP (Associação Paulista dos Cirurgiões Dentista). Na oportunidade, Carlos José Augusto da Costa, presidente da ADJ, agradeceu a participação das autoridades presentes e entidades parceiras. Discorreu um breve relato histórico da trajetória de existência da entidade, desde sua criação a partir da mobilização por alguns pais até a associação nos moldes de hoje, com suas propostas e trabalhos, incluindo a instituição de programas para melhor alcançar a adesão dos profissionais de saúde. Costa falou, ainda, da evolução que ocorreu na área de diabetes, evidenciando que “com esse intuito iniciamos o Congresso certos de que todos que por aqui passarem estarão frente às mais recentes informações e novidades”. Participaram da mesa principal de abertura dos trabalhos: Nelson Ferreira Levy, representando o presidente da Fiesp , Paulo Skaf; Patrícia Sampaio Chueiri, do Departamento de Atenção Básica à Saúde ; Athenê Maria de Marco Mauro, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo; e Domingos Malerbi, Sociedade Brasileira de Diabetes. “Devido o envelhecimento natural da população, este Congresso se reveste de uma importância ímpar, principalmente por ser aberto ao público para maior divulgação sobre diabetes”, destacou Levy. Patrícia em sua fala enfocou a relevância da parceria sociedade civil e governo, tópico também reforçado por Athenê lembrando que o próprio Ministro da Saúde , Padilha, acredita na ação intersetorial para que o poder público possa atuar junto à população. “Esse é o único evento feito por pacientes para pacientes e também por isso a SBD sente-se honrada de estar aqui presente”, disse Malerbi, destacando o projeto “Educando Educadores”, em parceria com a ADJ que visa gerar conteúdo, incluindo captação de recursos para esse projeto que em 4 anos já levou a informação para 650 profissionais do Brasil e exterior. O 15º Congresso da ADJ acontecerá nos dias 24 e 25 de março, na Rua Voluntários da Pátria, 547, no bairro de Santana, em São Paulo. |
| Autor: Zulmira Felicio |
Fonte: ADJ Diabetes Brasil |
Giovana, hoje com 9 anos , foi diagnosticada com Diabetes tipo 1 aos 2 anos de idade... e Celíaca aos 7 anos, espero trocar muitas experiências com outros pais que assim como eu amam seus filhos incondicionalmente... sejam todos bem vindos!!!
sábado, 24 de março de 2012
Público prestigia a abertura do 15º Congresso da ADJ
quinta-feira, 22 de março de 2012
Congresso da ADJ - Acontecerá no Próximo Final de Semana - Não Perca!!!
| Congresso da ADJ - Acontecerá no Próximo Final de Semana - Não Perca!!! |
| O 15º Congresso da ADJ acontecerá nos dias 24 e 25 de março, na Rua Voluntários da Pátria, 547, no bairro de Santana, em São Paulo. O tema central do evento de 2012 é Diabetes e Qualidade de Vida - Prevenir e Conviver. A participação é totalmente gratuita e aberta a comunidade em geral. Além das palestras, os participantes poderão fazer gratuitamente testes de glicemia e colesterol, aferir sua pressão arterial, hidratar seus pés, avaliar sua saúde bucal e muito mais. Para participar basta comparecer ao local e data do evento. Acesse a Programação Completa - Clique Aqui |
| Autor: Debora Gisele Leoni - Jornalista |
| Fonte: ADJ Diabetes Brasil |
Cura para diabetes 1? Pâncreas artificial é aprovado para testes
Achei muito interessante este post e resolvi compartilhar com vcs... estamos na torcida para que dê tudo certo... que venha o pâncreas artificial!!!!
A doença diabetes mellitus tipo 1, caracterizada pela incapacidade do pâncreas em produzir insulina, torna o paciente “preso” pelo resto da vida a tratamentos para suprir essa deficiência, tendo que checar várias vezes por dia seus níveis de insulina.
A doença é aparentemente incurável. Para resolvê-la, só mesmo um novo pâncreas. Mas pode ser um artificial. E é isso que pesquisadores da Universidade de Virgínia (EUA) desenvolveram.
O grande incômodo do portador de diabetes é justamente o monitoramento constante dos níveis de açúcar no sangue. Por essa razão, o que os cientistas americanos conceberam foi um aparelho que faz essa regulagem automaticamente.
O dispositivo já foi testado, e com sucesso: na Itália e na França, oito pacientes usaram o equipamento enquanto passavam uma noite no hospital, por precaução. Mas não foi necessária nenhuma intervenção dos médicos: o pâncreas artificial deu conta de manter a glicose do sangue nos níveis corretos, sem nenhuma ajuda.
Pensando na praticidade, os pesquisadores desenvolveram uma máquina leve, portátil e de fácil manuseio. O monitor dos níveis, que deve servir apenas para verificação se tudo estiver funcionando corretamente, é um smartphone reconfigurado, fácil de operar, e que cabe nas mãos do paciente.
Os cientistas estão otimistas quanto à continuidade do projeto. Dentro de seis semanas, pacientes nos EUA também devem passar por experimentos, e o objetivo é simular de forma mais precisa a vida real de um portador usando o pâncreas artificial. [ScienceDaily]
Fonte: Hypescience
Projeto prevê profissionais em escolas para atender crianças com diabetes
Assistam esta reportagem exibida hoje na Record, falando sobre o "Projeto prevê profissionais em escolas para atender crianças com diabetes"
quarta-feira, 21 de março de 2012
Nick Jonas falando sobre o seu diabetes
Vendo este vídeo com a Giovana, pude mostrar à ela, que o Diabetes não escolhe cor, sexo, nível social, profissão... qualquer um pode vir a ter esta disfunção... o que não podemos é deixar que isto nos paralise... temos que seguir em frente, buscando sempre os melhores meios para se manter controlado e sem complicações..e aí, é só curtir à vida e viver feliz!!!!
Não é nada fácil para uma mãe, ouvir a sua filha de 6 anos questionando pq só ela tem Diabetes na família...pq ela tem que levar 8 picadas nos dedinhos todo dia... pq tem que levar picadas nos braços, barriga, bumbum, pelo menos umas 3 vezes por dia... e dizer chorando que odeia ter Diabetes, quando fica muito mal em suas crises de hipoglicemia... mais sei que existe um Deus infinitamente maior do que todas essas nossas angústias... e que apesar de tudo nos dá força e nos sustenta para seguirmos firmes e acreditar que se for da vontade Dele.. teremos à cura... e enquanto ela não chega... temos diversos meios para continuarmos caminhando...
Dulcinéia (mãe da Gigi)
http://www.youtube.com/watch?v=bMOaaanRiyU&feature=share
Dulcinéia (mãe da Gigi)
http://www.youtube.com/watch?v=bMOaaanRiyU&feature=share
segunda-feira, 19 de março de 2012
Novas experiências são sempre bem vindas
Achei interessante compartilhar com vocês, o post publicado pelo Marcio Alexandre Pereira no seu blog Vida Doce, Doce Vida, sobre a publicação do seu livro. Vale a pena conferir, é sempre bom escutarmos relatos de quem já convive à tanto tempo com o Diabetes.
Parabéns Marcio Alexandre Pereira pelo livro!!!!
A diabetes por um diabético
Nesta ultima semana foi lançado meu livro, “Memórias com açúcar” e gostaria de relatar a vocês um pouco do que foi a realização deste projeto em minha vida. A ideia teve inicio em outubro de 2010. Sem nenhuma pretensão comecei a escrever sobre minhas experiências com diabetes neste blog. Minha surpresa foi muito grande quando muita gente de vários lugares começou a acessá-lo. Em pouco tempo comecei a ter retorno de algumas destas pessoas sugerindo a criação de um livro a respeito devido toda minha experiência com a diabetes. No começou achei bobagem já que escrever um livro não é uma atividade fácil. Porém, no feriado da Proclamação da Republica, 15 de novembro do mesmo ano, fui para Salvador, Bahia para realização de um trabalho e nesta viagem fui com um colega da mesma empresa, o senhor Marcelo Fernandez. Comentei com o Marcelo que tambem estava acompanhando este blog sobre os vários comentários a respeito da criação do livro e a minha falta de crença em conseguir realizar este projeto em minha vida. Ele tentou com vários argumentos me convencer de que a ideia era excelente e que não seria uma tarefa tão difícil como eu estava imaginando. Depois de várias conversas com ele e com outras pessoas decidi ao menos tentar e tomei a decisão de ir em frente.
Dividi meu tempo entre um TCC de uma pós-graduação que eu estava fazendo e escrever o livro. Quando terminei o TCC mergulhei de vez na construção do livro.
Já com ao texto planejado e definido iniciei a difícil missão de encontrar uma editora que atendesse o meu projeto e que fosse acessível financeiramente. Estive envolvido com três boas editoras que incentivam um escritor como eu, iniciante e sem experiência na arte de escrever. Foi depois de varias conversas e pesquisas que decidi pela que melhor se adequou ao que eu procurava, a editora Baraúna.
Vieram as revisões, escolha de capa, acertos e o resultado esta ai, disponível aos amigos diabéticos e porque não uma grande realização pessoal.
O livro é simples e de facíl leitura. Retrata cada fase da minha vida. Temos por exemplo, uma narração muito emocionante de minha mãe no momento da descoberta da doença, e as nossas peregrinações por vários hospitais nunca época onde a diabetes era desconhecida até pela classe médica, os problemas e as alegrias da infância, a conscientização da doença, as descobertas da adolescência, a vida adulta, a concretização do sonho de ser pai, enfim, todas as fases relacionadas a algo sobre diabetes.
Solicitei também as pessoas mais ligadas a mim que escrevessem um depoimento do que é viver com uma pessoa diabética. A mudança e os impactos em suas vidas, tudo escrito de uma forma que faz com que as pessoas diabéticas ou seus parentes percebam que por mais que as dificuldades apareçam a vida sempre vale a pena e é por isso que temos que lutar contra a diabetes sem medos e sem desespero, mostrando que temos muitos aliados.
As pessoas com diabetes ou principalmente os pais destes diabéticos que tiverem a oportunidade de adquirir este livro provavelmente terão um leitura legal e muitos vão se identificar com o meu caso e com os meus problemas já que temos algo em comum. Acima de tudo, a grande ideia do livro é mostrar que a diabetes é uma doença perigosa mas que é possível vencê-la sem dramas e sem a criação de fantasmas, algo comum que as vezes pode ser passado em blogs e redes sociais espalhadas pela internet. Já as pessoas que não tem relacionamento com a diabetes poderão ganhar mais conhecimento da doença e desmistificar um pouco este tema tão comum, mas tão ignorado.
Juro a todos que minha intenção não é ser um escritor famoso e me tornar milionário com a venda de livros principalmente porque seria muita pretensão minha e afinal de contas estou feliz com o meu trabalho e minha forma de “ganha pão”. O que esta sim valendo a pena é se sentir recompensado por escrever um pouco da minha experiência com algo que sempre esteve comigo todos estes anos e ver que muitas pessoas podem encontrar nele uma ajuda na convivência com esta doença.
Aqueles que sentirem vontade o livro pode ser solicitado pelo e-mailmemorias_com_acucar@hotmail.com ou diretamente na editora Baraúna, no site http://www.livrariabarauna.com.br/memorias-com-acucar.html
Dulcinéia ( mãe da Gigi)
Boas notícias!!!!!
Hoje estou muito feliz e, não podia deixar de compartilhar com vcs...
Fomos à mais uma consulta com o endocrinologista, levei para ele todos os exames da Giovana, graças à Deus, tudo NORMAL.. glicada, triglicéries, colesterol, exames do rim, exames de urina e hemograma.... muita satisfação eu senti quando ouvi isso da boca do médico... uma imensa sensação de alegria pelo dever cumprido...
Não foi nada fácil.. colocar tudo no lugar, me custou várias noites de insônia, muitas Hipos, tive que ter muita paciência, mais que bom que no fim deu tudo certo.
Vamos continuar com a Lantus de manhã, a contagem está ótima, está dando super certo... agora é só aguardar a próxima glicada em junho.. e esperamos que daqui em diante tudo corra bem e dentro da normalidade...
Dulcinéia (mãe da Gigi)
sábado, 17 de março de 2012
A difícil e complexa tarefa...cuidar de um docinho...
Resolvi escrever sobre este tema, pois estas últimas semanas tenho passado alguns apuros com a minha princesinha Giovana, estamos mudando o horário de aplicação da insulina Lantus, à pedido do endocrinologista, passando à aplicar pela manhã, pois já algum tempo aplicávamos à noite. Segundo o Doutor João, o melhor horário no caso de crianças é pela manhã, obtendo assim um melhor resultado.
Confesso que pensei em desistir... muitas hipos...muitas mesmo.. graças à Deus, conseguimos passar por todas sem intervenções drásticas. Teve um dia dela ter uma hipo de 26 e por muito pouco não desmaiou... outro dia fomos fazer exames de rotina, e no laboratório teve que ser encaminhada para sala de repouso com 33 de glicemia..uma correria... mais graças à Deus tudo vem se encaixando... diminuímos algumas doses, nos adaptamos aos horários.. e a glicemia dela têm ficado muito boa no geral.
Cuidar de um docinho, exige de nós muita paciência.. muita calma.. e muito pulso firme.. pois as vezes somos tentados à ceder aos pedidos deles e aí já viu né...com certeza podemos ter uma surpresinha na hora de fazer um dextro.
Temos que nos acostumar à acordar nas madrugadas, para realizar dextros, e se preciso for dar algo para corrigir, aprendemos a conhecê-los melhor... muitas vezes somente por um olhar da Giovana, ou mesmo uma frase, já sei como está a glicemia dela..
Vivemos um dia de cada vez... nunca um dia é igual ao outro...
Ainda temos que cuidar da alimentação, para que seja bem balanceada, contar carboidratos, fazer contas, e ter o cuidado de não errar para não aplicar insulina demais, ou de menos..
Realmente a tarefa de cuidar de um docinho é bem complexa, ao contrário do que muitos pensam...só passando para saber, envolvem várias questões e hoje lendo um pouco sobre isso na internet, achei muito interessante este post que resolvi compartilhar com vocês.
O tratamento do diabetes juvenil é fácil?
Reportagem sobre crianças com diabetes nas escolas
Entrevista com Carolina Lima, Nicole Lagonegro e Sarah Rubia Baptista...
Escolas não sabem lidar com a diabete
- 16 de março de 2012 |
MARIANA LENHARO
Quando começou a frequentar a escola, com 1 ano, Julia Ehrhard tinha acabado de receber o diagnóstico de diabete. A escola, a princípio, concordou em participar dos cuidados especiais com a menina, que hoje tem 5 anos. Mas a mãe dela, a arquiteta Carolina Lima Fernandes Ehrhardt, notou que a filha sempre voltava das aulas com níveis incompatíveis de glicemia.
Constatou que os funcionários não seguiam suas orientações e até deixavam a garota repetir o lanche. Julia, assim como centenas de crianças diabéticas do País, precisa de uma série de cuidados, como medições frequentes de glicemia, aplicações diárias de insulina e controle rigoroso da alimentação.
A situação é ainda mais importante no caso das escolas integrais, cada vez mais comuns, em que os alunos passam muito tempo no local. Mas não é fácil, dizem os pais, encontrar escolas que aceitem dividir com a família o controle da doença.
“A gente vê um grande medo de se tornar responsável pelo controle desse aluno. Normalmente, a mãe acaba indo à escola na hora do intervalo, mede a insulina, dá o lanche”, diz a nutricionista Maria Izabel Homem de Mello, da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ). A endocrinopediatra Denise Ludovico observa que, mesmo se a criança não precisar medir a glicemia nas aulas, o colégio tem de redobrar a atenção e verificar qualquer sinal de hipoglicemia, que pode levar ao coma. Além disso, deve avisar aos pais sobre lanches diferentes.
A família do garoto Igor Nunes Freires, de 9 anos, conta que também enfrentou dificuldades. Quando foi diagnosticado com a doença, aos 7 anos, sua mãe, Sarah Rubia Nunes Baptista, explicou à escola a nova rotina. A professora que, no início anotava os valores da glicemia no intervalo, com o tempo deixou de fazê-lo. Nas ocasiões em que Igor precisava receber insulina, Sarah tinha de ir ao colégio.
Com o tempo, a professora de Igor passou a achar que os frequentes pedidos para ir ao banheiro eram mera desculpa para não fazer a tarefa. “Ele dizia que era uma sessão de tortura ter que ficar segurando o xixi enquanto prestava atenção”, diz a mãe. Um dos sintomas da diabete é justamente ter muita sede e mais vontade de urinar. Além disso, como a escola proibia celulares, Igor era impedido de avisar sua mãe sobre alterações de glicemia.
Para evitar problemas como esses, os especialistas recomendam que, antes de matricular a criança, os pais conversem com a coordenação e verifiquem a disposição em colaborar. Mesmo quando a criança adquire certa autonomia e aprende a medir a glicemia – o teste é feito por um aparelho portátil – é tarefa de um adulto fazer as contas para verificar a quantidade de insulina a ser injetada, levando em consideração a quantidade de carboidrato ingerida a cada refeição.
Hoje, tanto Julia quanto Igor encontraram, finalmente, escolas que dão suporte às necessidades trazidas pela diabete. O colégio novo de Igor, por exemplo, aproveitou o caso para explicar aos alunos sobre a doença. “Houve aceitação da turma toda. Eles sabiam o que era, isso foi importante para evitar preconceitos”, conta Sarah. A nova escola de Julia também abraçou a causa: a própria professora se encarrega de medir a glicemia.
Já a professora Nicole Lagonegro, mãe de Maria Vittoria, de 8 anos, teve sorte ao escolher a escola da filha. “Disseram que tinham outras crianças com restrição alimentar e que fariam de tudo para ajudar”, elogia. A professora assumiu a função de controlar a glicemia e aplicar a insulina. Na hora do lanche, as crianças comem dentro da sala para que haja mais controle e só depois vão para o pátio.
sexta-feira, 16 de março de 2012
A Páscoa e o Diabetes
Como estamos nos aproximando da páscoa, achei interessante colocar um post sobre chocolates diet.. existem muitas dúvidas, se devemos ou não dar chocolates diet para nossos filhos diabéticos... Por não terem açúcar, nos parece ser mais apropriado, mais não é bem assim.. eles também têm CHO e muita gordura... vamos ler o post e saber mais sobre esse tema... Chocolate Diet: Cautela na Hora da Escolha |
| A menos de um mês da Páscoa, ovos de chocolate enfileirados nas lojas e supermercados disputam a atenção do consumidor. São diversos tamanhos, cores e marcas, uma mais convidativa que a outra, exigindo muita força de vontade de quem não pode ou evita comer chocolate. A nutricionista Maristela Bassi Strufaldi alerta que quem tem diabetes não deve exagerar no consumo. Mesmo com ovos diet. Redação do Site da ADJ: Os chocolates diet são uma saída para quem tem diabetes? Maristela Bassi Strufaldi: Não necessariamente. Eles são mais ricos em gordura e devem ser consumidos, como os chocolates convencionais, em quantidades moderadas e paralelo a uma alimentação balanceada. Redação do Site da ADJ: Existe uma quantidade recomendada? Maristela Bassi Strufaldi: Não, porém estudos sugerem o consumo (por dia) de 30g para as crianças e máximo de 50g para os adultos. É importante destacar que o consumo diário do chocolate não é indicado, uma vez que se trata de um alimento rico em gordura, fator que pode favorecer o aumento de peso e alterar o controle glicêmico. Redação do Site da ADJ: O que a pessoa com diabetes deve ter em mente na hora de comprar um ovo de páscoa diet? Ela deve ficar atenta a que informações do rótulo? Maristela Bassi Strufaldi: Na hora da compra, é fundamental que o consumidor observe a quantidade de gorduras totais do produto, devendo optar pelas versões com menores teores, principalmente do tipo saturada. Além disso, para aqueles que praticam contagem de carboidratos, é importante levar em conta a quantidade de carboidratos, adequando-a ao seu plano alimentar. Redação do Site da ADJ: No caso de hipoglicemia, quem tem diabetes pode ingerir chocolate? Maristela Bassi Strufaldi: Não é uma boa opção. Isso porque, nesse caso, é fundamental que a glicemia seja “corrigida”, ou seja, elevada rapidamente e a gordura do chocolate retarda essa elevação. Nestas situações, o mais indicado é utilizar fontes de carboidrato de rápida absorção, como é o caso de 1 colher (sopa) de açúcar, ou 3 balas ou150ml de suco de laranja ou de refrigerante comum - não diet, zero ou light. Redação do Site da ADJ: Quais os benefícios do chocolate diet? E do chocolate comum? Maristela Bassi Strufaldi: Ambos são fontes de polifenóis, antioxidantes naturais presentes no cacau e que trazem benefícios à saúde. Estudos atuais, não conclusivos, sugerem que esses antioxidantes, mais presentes no chocolate amargo, combatem os radicais livres, retardando o envelhecimento e ajudando a diminuir os níveis de LDL (o mau colesterol) no sangue. Além disso, existe ateobromina, uma substância estimulante que age tanto no sistema nervoso central como no sistema muscular, melhorando o funcionamento dos vasos sanguíneos e favorecendo a saúdecardiovascular. Essa substância, junto com a tiramina, estimula os neurônios, melhorando também o raciocínio. Já a presença de feniletilamina estimula a produção de serotonina, promovendo bem-estar e aliviando a tensão. Redação do Site da ADJ: Quais os malefícios? Maristela Bassi Strufaldi: O chocolate se torna um malefício quando se trata do chocolate tradicional (ao leite) e do chocolate branco. Isso porque as gorduras saturadas do leite e a gordura vegetal hidrogenada, ao serem acrescentadas no processo de fabricação, elevam muito seu poder calórico, além de serem maléficas à saúde cardiovascular. Destaca-se também que o alto valor calórico (proveniente das gorduras) favorece o ganho de peso, a elevação da glicemia e, no caso das crianças, distúrbios gastrintestinais, como flatulência e diarréia. Isto ocorre porque os chocolates diet contêm polialcoois (sorbitol ou manitol) em sua composição, que, por serem absorvidos mais lentamente, desencadeiam estas reações. |
| Autor: Pablo de Moraes |
| Fonte: ADJ http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=715&tipo=4 |
Desenho do Caillou falando sobre Diabetes Tipo 1
Achei muito interessante... vale a pena colocar para a criançada assistir.
http://www.youtube.com/watch?v=Jjn5v7D7Cg4&feature=share
segunda-feira, 12 de março de 2012
Usando o Glucagon (GlucaGen)
Depois de várias crises de Hipoglicemia, que a Giovana teve estes últimos dias...resolvi compartilhar com vocês, um vídeo feito pela Nicole Lagonegro, mãe da doce Vittoria, explicando como usar o Glucagon em caso de hipoglicemia severa.. nós responsáveis por docinhos... temos que saber utilizar para uma possível emergência.. pois não estamos livres... Essa semana que passou eu quase precisei..graças à Deus, foi um quase... a glicemia da Giovana chegou a 26 muito rápido e como ela ficou muito molinha, pensei que ia desmaiar... mais conseguimos reverter o quadro e não foi preciso aplicar o Glucagon.
Estamos ajustando doses de Lantus, pois a Giovana tomava À noite e passamos para de manhã, e agora já diminuímos 4 unidades.. é meio complicadinho esse ajuste..mais se é para o bem da Gi, vamos até o fim...
Dulcinéia (mãe da Gigi)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Atenção à hipoglicemia!
Esses últimos dias andei lendo sobre muitos casos de Hipoglicemia, e nós, que temos crianças diabéticas e somos responsáveis por elas, temos que ficar atentos e sempre alerta... lendo essa matéria, achei interessante compartilhar com vcs..
"De repente, quando menos se espera, durante o passeio no parque, em meio às compras no supermercado ou logo no começo da ginástica, o mal estar aparece. Pode ser sutil como uma sensação de fome súbita, uma dor de cabeça leve, uma certa irritabilidade... Ele pode até passar despercebido, caso a pessoa interrompa a atividade ou coma um lanche. Mas pode nos surpreender a agressividade de sintomas como fadiga, tremores, tonturas, palpitações, sudorese intensa a ponto de molhar toda a roupa e os cabelos, palidez, visão embaçada ou dupla, dormência nos lábios e língua, desorientação, mudança de comportamento, podendo chegar à convulsão e ao coma, à perda de consciência por baixa do açúcar no sangue. Estamos diante de um quadro de hipoglicemia, com todas as suas possibilidades de complicações.
O cérebro com seus milhões de neurônios utiliza a glicose como a única fonte de nutrientes e de energia. Qualquer queda além do normal, por menor que seja, causa sintomas neurológicos de intensidade progressiva, à medida em que os valores de glicemia caem, revelando a falta do maior combustível cerebral: a glicose.
Quando uma pessoa não diabética não consegue se alimentar em seus horários previamente determinados nada de grave acontece, no máximo, aparece uma fome além do normal e até uma dorzinha de cabeça, indicando a depleção dos estoques de glicose no sangue. Nesse momento, o corpo manda um aviso ao pâncreas que praticamente interrompe a produção basal de insulina ou reduz essa produção a níveis muito baixos, o que impede a progressiva queda da glicose no sangue. Isso permite ao não diabético atrasos nas refeições, sem grandes problemas e com níveis de glicose no sangue estáveis, apesar do jejum.
Na pessoa com diabetes isso nem sempre é possível. A glicose sangüínea, tão teimosa em se elevar no sangue, pode fazer um movimento inverso. Cair progressivamente com sintomas muito desconfortáveis e repentinos. Considera-se hipoglicemia quando os níveis de glicose no sangue caem abaixo de 70mg/dL. Isso pode ocorrer quando há:
(1) Atividade física além do normal - a dose de insulina ou de medicamentos orais são fornecidos para um certo nível de atividade física. Quando uma pessoa diabética, que ficaria sentada durante toda a manhã, resolve caminhar até o trabalho ou se exercitar em uma academia, ela deverá comer um pouco mais ou reduzir a dose dos medicamentos, pois, caso contrário, seu açúcar no sangue cairá a níveis de hipoglicemia. Podemos evitar isso através de um pequeno lanche realizado antes de qualquer atividade física não programada.
(2) Redução do volume, atraso ou falta de uma refeição regular - nesse caso, mesmo sem atividade física extra, as doses de medicamentos orais ou insulina causam queda progressiva da glicose. Quando uma pessoa diabética tomou seu medicamento oral ou insulina pela manhã, espera-se que ele faça suas refeições pré-estabelecidas no horário, pois caso contrário terá hipoglicemia. Na pessoa não diabética, a omissão de uma refeição leva a redução drástica na produção de insulina pelo pâncreas. No diabético isso não acontece, pois ele já tomou a insulina ou o comprimido que obriga seu pâncreas a produzir insulina, o que acarretará numa queda progressiva de sua glicose sanguínea. Em termos práticos, um diabético não deve variar a quantidade de alimento em cada refeição. Poderá até trocar o alimento por outro do mesmo grupo, mas deverá sempre tentar comer a mesma quantidade. Por exemplo, um café da manhã com duas fatias de pão integral poderá ser trocada por um pão francês ou 3 colheres de aveia em flocos, mantendo assim a mesma quantidade de carboidrato. Isso deve ser feito com os demais alimentos. Logo, as pessoas com diabetes devem saber muito bem o que é carboidrato e como trocá-lo por outro carboidrato, assim procedendo também com as proteínas e gorduras. Parece difícil, mas não é, basta disposição para aprender. Uma vez de posse dessas informações, essa pessoa com diabetes não terá dificuldade em comer fora de casa, viajar e se divertir. A alimentação não será um entrave em sua vida.
(3) Vômitos ou diarréia - podendo reduzir a ingesta e absorção dos alimentos, quadro semelhante àquele descrito anteriormente, pois o resultado será sempre o de uma refeição desproporcionalmente reduzida em relação à medicação utilizada.
(4) Consumo de bebidas alcoólicas - sempre que um diabético for ingerir bebidas alcoólicas, ele deverá consumir alimentos concomitantemente. O consumo desse tipo de bebidas, sem o respaldo do alimento associado, poderá acarretar hipoglicemias graves, uma vez que o álcool impede a compensação do fígado de produzir glicose que garanta o substrato energético nas fases de jejum.
(5) Uso de doses maiores de insulina ou de medicamentos hipoglicemiantes.
Diante de um quadro sugestivo de hipoglicemia, devemos fazer o seguinte:
(1) Medir a glicemia através do exame de ponta de dedo quando possível, para se ter certeza do problema e avaliar a gravidade da queda da glicemia;
(2) Se o paciente estiver consciente, oferecer um alimento rico em carboidrato, como, por exemplo, um copo de suco de fruta - principalmente laranja - ou refrigerante - não diet - uma ou duas barras de chocolate ou uma colher de sopa de açúcar. Esses alimentos somente devem ser administrados se o paciente estivar consciente e capaz de engolir;
(3) Se o paciente estiver inconsciente, deve-se aplicar Glucagon, um hormônio que aumenta a glicemia rapidamente ou usar o próprio açúcar, colocando-o debaixo da língua do paciente ou friccionando-o no lado interno da bochecha;
(4) Assim que o paciente recuperar a consciência, ele deve ingerir um alimento rico em carboidrato de absorção rápida (laranja, refrigerante não diet ou água com açúcar) e deve ser observado nas próximas horas;
(5) Caso o paciente não responda às manobras iniciais, ele deve ser levado ao Pronto Socorro imediatamente para receber glicose na veia.
O mais importante é a prevenção dos episódios hipoglicêmicos, evitando-se todas as condições predisponentes listadas acima. Quanto mais rigorosamente for tratado um paciente com diabetes, maior a probabilidade de ele vir a ter algum quadro de hipoglicemia. Pacientes com glicemias elevadas, geralmente, não têm esses episódios. Isso não deve ser levado em conta para se justificar uma glicemia basal elevada, pois sabemos que é possível deixar o paciente bem controlado e sem hipoglicemias. Essa será sempre a nossa meta.
A prevenção das hipoglicemias pode também contar um novo acervo de medicamentos que está entrando no mercado e irá certamente mudar a forma de tratamento dos pacientes com diabetes, tornando esse tratamento mais humanizado, eficiente e prático, dando a esses pacientes maior liberdade na escolha dos alimentos e maior flexibilidade nos horários das refeições.
Importante para o paciente diabético
(1) Usar um cartão de identificação: Tenho Diabetes, muito útil para o caso de perda da consciência fora de casa e sem acompanhantes que saibam do problema;
(2) Ter Glucagon em casa, principalmente os pacientes insulino dependentes;
(3) Levar balas ou tabletes de glicose na bolsa;
(4) Lembrar que as hipoglicemias noturnas podem se manifestar como pesadelos, dores de cabeça ao levantar e sudorese noturna."
Dra. Ellen Simone Paiva - Endocrinologista e nutróloga.
Diretora clínica do CITEN - Centro Integrado de Terapia Nutricional.
www.citen.com.br
Diretora clínica do CITEN - Centro Integrado de Terapia Nutricional.
www.citen.com.br
Febre e infecção
Em caso de febre devido a um quadro gripal ou outro processo infeccioso ou gastroenterite (enjôo, vômito, diarréia), não pare de tomar a insulina (no caso do Diabetes Tipo I).
· É importante realizar os testes de glicemia e/ou glicosúria com maior freqüência.
· Informe seu médico. Às vezes é necessário mudar os esquemas de tratamento.
· Tome bastante líquido, a fim de evitar desidratação.
· Lembre-se: a febre pode ser sinal de infecção e a infecção aumenta a glicemia.
ANAD - Associação Nacional de Assistência ao Diabético
Fonte:http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=155
· É importante realizar os testes de glicemia e/ou glicosúria com maior freqüência.
· Informe seu médico. Às vezes é necessário mudar os esquemas de tratamento.
· Tome bastante líquido, a fim de evitar desidratação.
· Lembre-se: a febre pode ser sinal de infecção e a infecção aumenta a glicemia.
ANAD - Associação Nacional de Assistência ao Diabético
Fonte:http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=155
Uma febrinha inesperada
Ontem fomos dormir e a Gi estava um pouquinho quentinha... medi a temperatura, mais não passou de 37º, durante a madrugada acordei com a Gi conversando, fiquei logo preocupada achando que era uma Hipo, mais não, era febre, 38,5º e uma hiper (375)...fiquei surpresa pois já fazem várias semanas que vejo um número alto assim...a glicemia dela está super controlada.
Fiz a correção, dei remédio pra febre, demorou baixar, a Gi estava muito enjoadinha e não quis tomar banho, hoje cedo febre de novo, mais a glicemia graças a Deus não subiu, pelo contrário da caindo toda hora. A Giovana não ta querendo comer nada, só está tomando leite, meio copinho...
Se continuar assim amanhã vamos ao médico, se for algo já da pra saber, tem que ser pelo menos uns dois dias de febre. Espero que melhore rápido, como é ruim ver a filha deitadinha, sem brincar e sem querer comer...
Dulcinéia ( mãe da Gigi)
primeira Semana de Aula
Graças à Deus foi uma semana tranquila...
A reunião foi um sucesso... levei as apostilas, conversei com a professora, com a pedagoga da escola e com a diretora, foram super atenciosas.. todos empenhados em aprender. Fui à escola a semana toda, cada dia uma pessoa me acompanhava pra ver como era, muito legal... conversei com a diretora e fiz modificações no cardápio da escola, fiquei muito contente por ter dado tudo certo até aqui..a Gi ficou tranquila, as glicemias ficaram ótimas, só teve um dia que teve uma crise de hipoglicemia, (51), e justo esse dia estava chovendo muito, e não teve como eu ir até à escola... fiquei auxiliando eles por telefone, e correu tudo bem...estão mais seguros agora.
Mando com ela o Kit de emergência, e estou sempre alerta pra qualquer ligação de emergência.
Semana que vem vou à escola conversar com os amiguinhos da classe, estão todos curiosos quanto ao teste...vou lá explicar pra eles de uma forma bem simples, pra tirar qualquer dúvida dos pequenos e, tbm pelo bem estar da Gi, que já reclamou que eles ficam fazendo muitas perguntas...
Dulcinéia (mãe da Gigi)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Começo das aulas....
Dia 06 começam as aulas da Giovana e, como todo ano, tenho que preparar uma apostila para levar na escola, explicando sobre o Diabetes, preparar o Kit emergência para deixar na escola... realizar uma reunião com professora e funcionários, para explicar procedimentos necessários para cuidar da Giovana na escola... graças à Deus não tive problemas em nenhuma escola anterior, espero que continue não tendo...
A escola me pediu receituário médico e um Laudo sobre o Diabetes da Giovana, achei muito bom..eles vão pedir alimentação especial (tudo diet), achei muito bom essa iniciativa da escola.
Agora é torcer para a Giovana se adaptar bem, ela já está super apreensiva com a nova escola, mais estamos conversando bastante e se Deus quiser tudo vai correr bem.
Depois conto como foi a reunião com a escola..
Dulcinéia ( mãe da Gigi )
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Diversão e saúde!!!!!
Confesso à vocês que estou um pouco apreensiva com este novo esporte que minha princesinha está aprendendo...ela amou... já está se sentindo " a patinadora"...
No fim de ano como presente de Natal, decidimos dar a Giovana algo que ela se exercitasse... gastasse energia... e acho que acertamos... Ela amou o presente.
Como todo diabético, ela também precisa muito da prática de exercícios físicos, isso ajuda muito no controle glicêmico. Sempre que pratica uma atividade, fazemos a medição antes e depois, e os resultados são sempre satisfatórios... não é bom que esteja a baixo de 150 e nem a cima de 250.
Quando ela inicia à atividade logo após ter feito uso de insulina, temos que ficar atentos... pois a absorção da insulina é mais rápida, podendo ocasionar em uma hipoglicemia...
Depois de tomado os devidos cuidados é só curtir, brincar e se divertir!!!!
Praticando esportes, tenho certeza que minha princesinha está no caminho certo... livre de futuras complicações...
Dulcinéia ( mãe da Giovana)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O que significa Diabetes Mellitus?
Achei muito interessante divulgar... hoje a Giovana me perguntou e fui pesquisar para explicar de uma maneira bem fácil... sempre expliquei sobre o Diabetes..mais ainda não tinha dito nada à respeito do significado da palavra Diabetes Mellitus...
Você sabe o que significa Diabetes Mellitus?
Diabetes é uma palavra grega, que significa sifão**, "correr através de". Mellitus é uma palavra que veio do latim e que quer dizer "adoçado com mel".
Quando o açúcar (glicose) está alto no sangue, é filtrado pelos rins, e leva água consigo para fora do organismo (como um aspirador).
**sifão é um sistema mecânico que permite a passagem de água de um lado para outro.

Os antigos estudiosos acreditavam que as pessoas com diabetes perdiam açúcar pela urina até se "esvaírem" já que urinavam muito (poliúria), tinham muita sede (polidipsia), e sentiam muita fome (polifagia) e ao mesmo tempo, perdiam peso.

Parasaberem se o indivíduo estava ou não diabético, provavam a sua urina, que ficava doce; Isto tudo ocorre porque o diabético tem uma falta parcial ou total da produção de insulina pelo pâncreas, o que leva à hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e como conseqüência glicosúria (glicose na urina).
É bom lembrar que a glicose só aparece na urina quando está igual ou acima de 180 mg/dl no sangue.
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