sábado, 19 de novembro de 2011

O Glúten e sua relação com o Diabetes

Lendo um relato de uma amiga, Jane Ferreira mãe de um docinho chamado Bruna Ferreira, sobre os exames dela terem dado positivo para Glúten, quando ela foi diagnosticada DM1, me fizeram escrever este post para podermos saber mais sobre o assunto...segue alguns esclarecimentos....


Parece haver uma ligação entre diabetes tipo 1 e doença celíaca. Uma em cada 20 pessoas com diabetes tipo 1 tem doença celíaca. Mesmo na população em geral, incluindo pessoas com diabetes tipo 2, a taxa poderia ser tão alta quanto 1 em 250.

Você já esteve no seu médico tantas vezes, que ambos têm os sintomas memorizados. Você já esteve em vários especialistas, e mesmo assim não conseguiu descobrir o que o(a) aflige.
Talvez a causa de todos os seus problemas esteja em algum lugar da sua cozinha – na cesta de pão, no armário das massas, e na lata de biscoitos.
Alimentos feitos de trigo e alguns outros grãos contêm uma proteína chamada glúten. Se você tem a doença chamada celíaca, toda vez que comer algo que contenha glúten haverá uma reação que danificará o forro do intestino delgado. Os nutrientes não são absorvidos apropriadamente, e isto leva a uma série de problemas.
Muitas pessoas com a doença celíaca não conseguem diagnosticá-la logo. Há vários sintomas, que podem iniciar durante a infância ou quando adulto. Esses sintomas podem vir e ir.
Um dos sintomas clássicos é diarréia, mas não são todos que têm.
Outros sinais e sintomas:
  • Perda de apetite
  • Perda de peso
  • Em crianças, parada no crescimento
  • Irritabilidade (algumas vezes o único sintoma em crianças)
  • Fadiga
  • Depressão
  • Anemia
  • Erupção Cutânea
  • E para pessoas diabéticas, uma inexplicável baixa de açúcar no sangue (hipoglicemia)
Se você acha que tem a doença celíaca, discuta essa possibilidade com seu médico. Testes de sangue e uma biópsia do intestino delgado pode revelar se a pessoa tem a doença. A doença celíaca não é a única causa de diarréia crônica. Outras possibilidades:
  • Intolerância à lactose
  • Gastroparesis, uma complicação da diabetes
  • Síndrome de irritação do intestino
  • Doença de Crohn
  • Estresse
  • Infecção viral
  • Infecção parasitária
Sem Glúten
Se você necessita de mais evidências para diagnosticar a doença, você precisa ficar sem glúten. Não é fácil. O glúten é encontrado no trigo, centeio, cevada, possivelmente aveias, e alguns outros grãos. Isso significa todas as farinhas comuns encontradas em pães, biscoitos, crackers, e massas.
Você não pode só reduzir o consumo de glúten; sua dieta tem que ser 100 porcento sem glúten. O dano no intestino devido a um alimento com glúten leva tempo para curar. É este dano que leva aos sintomas, e estes, continuam mesmo depois que um alimento com glúten estiver fora do seu sistema.
Se você segue uma dieta sem glúten por 5 dias e come um biscoito numa festa, seu intestino irá sofrer.
Algumas medicações contêm glúten. Verifique junto ao farmacêutico ou ao laboratório que fabrica os remédios que você toma, para saber se algum deles tem glúten. Se tiver, não pare de tomar o remédio. Converse com seu médico para saber o que fazer.
Pessoas com diabetes enfrentam um desafio adicional para se manter sem glúten. Você estará mudando muitas das usuais fontes de carboidratos. Isto afetará muito o nível de açúcar no sangue.
Logo, se você realmente tem a doença celíaca, seria muito melhor obter um diagnóstico preciso. Você terá mais razão de se comprometer com uma dieta, e você pode ter um médico para orientá-lo(a) nas mudanças necessárias na sua dieta.
Uma forma de fazer dieta sem consumir glúten, é não comer produtos em embalagens fechadas e não comer fora de casa. Coma somente alimentos feitos em casa. Coma legumes simples, frutas, carne, peixe, ovos, e arroz. Esses alimentos são naturalmente sem glúten.
Se você não pode deixar de comer os empacotados, você terá que ler sempre os ingredientes que compõem o produto a ser consumido. Quando verificar os ingredientes, siga a regra: “Não tem certeza? Não coma.”
Há muitos produtos em cuja embalagem vem escrito “Sem Glúten” ou “Glúten- Free”.
Mantenha a lactose baixa
O dano no intestino para quem tem a doença celíaca leva à intolerância da lactose, o que significa que você não está hábil para digerir o tipo de açúcar achado no leite e outros produtos diários. Os sintomas são diarréia e gases.
Preste atenção para a contagem de carboidratos
Leia os rótulos de Informações Nutricionais para saber a contagem de carboidratos. Não pense que um sanduíche feito com pão sem glúten tenha a mesma quantidade de carboidratos do que um sanduíche feito de um pão habitual.
Evite o álcool
Os álcoois feitos de grãos (cerveja) contêm glúten. O álcool pode causar efeitos inesperados nos níveis de açúcar no sangue, e você já terá o suficiente, sem isso. Considere ficar sem álcool durante o teste.
Está se sentindo melhor?
Após uma dieta estritamente sem glúten, pode levar 2 ou 4 semanas para você se sentir melhor, apesar de algumas pessoas se sentirem melhor dentro de alguns dias. Depois de se sentir melhor, não “desafie” seu corpo comendo uma grande quantidade de alimentos com trigo para ver o que acontece.
Se você realmente tiver a doença celíaca, você pode acabar mais doente do que antes. Assim que você se sentir melhor, consulte seu médico e obtenha uma indicação de um médico gastroenterologista. Testes de sangue que mostram como você reage ao glúten pode agora dar negativo, porque você estava sem comer alimentos com glúten.
Não espere muito para ir ao médico, pois se o intestino delgado curar, uma biópsia pode não ser exata. Logo, não demore para consultar um médico.
Antes de qualquer atitude, não deixe de consultar um médico.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Criança Diabética na Escola

Me mudei recentemente para São Bernardo do campo, e como sempre acontece... mudanças geram ansiedade, glicemias altas, buscas pelo melhor médico, melhor tratamento, melhor escola... e como ano que vem a Gi vai para o primeiro ano..estou em busca da melhor escola para ela..que se adapte melhor as suas necessidades... achei interessante compartilhar com vocês esssa matéria que encontrei nas minhas buscas diárias por informação na internet...

Adaptando Pais e Filhos

Entre os meses de fevereiro e março, as escolas brasileiras dão início ao seu período letivo e, com ele, aumenta a ansiedade dos pais que tem filhos com diabetes freqüentando as salas de aula. A adaptação é o primeiro obstáculo da família. Afinal, qual é a melhor forma de lidar com a situação? A oscilação dos níveis de glicemia na criança que tem diabetes pode acontecer como reflexo dessa adaptação. Nesse sentido, cabe aos pais tomar a frente da situação, esclarecendo dúvidas dos profissionais da escola para que se crie um ambiente positivo e sem discriminação. O ambiente escolar favorece o desenvolvimento saudável da criança com diabetes, oferecendo-lhes as mesmas oportunidades daquelas sem a doença. Para alguém que já tem certos limites e obrigações, criar outros (como adiar a ida à escola) é mais prejudicial.

Os Primeiros Obstáculos

A preocupação-chave dos pais é se a escola tem condições de cuidar de uma criança que requer cuidado especial. Saber qual é a real infra-estrutura da escola para receber o seu filho é fundamental. O primeiro passo é comunicar à diretora e aos professores da escola que o seu filho tem diabetes. Em geral, os pais são “experts” no assunto e já chegam orientados pelo endocrinologista da criança. O médico deve enviar à escola uma receita com o esquema básico de insulinização, a necessidade de exames de glicemia capilar e a alimentação recomendada. A maior arma dos pais é a informação: Esconder não é uma boa alternativa. Deve-se lembrar que, se os profissionais da escola puderem ser orientados pelos pais a terem uma postura adequada, sem discriminação, todos encararão a situação de forma normal.

De Olho na Hipoglicemia e na Hiperglicemia

Transpiração excessiva, palidez, mal-estar, tonturas e desmaios. Esses são os principais sintomas de hipoglicemia, que podem aparecer devido a erro na medicação, atraso em se alimentar ou muito exercício físico sem monitorização. Também é necessário orientar aos profissionais da escola quanto às aulas de educação física: Antes de iniciar o exercício, é bom medir a glicemia. Se normal ou baixa, dar um copo de suco de laranja ou alguma coisa para comer, já que durante o exercício a criança pode ter uma hipoglicemia. O professor deve estar atento em relação às queixas de uma criança com diabetes. No caso de a glicemia estar elevada (hiperglicemia), o mais prudente é comunicar à família. Se houver a necessidade de aplicação de insulina na escola (o que não é comum), ou um familiar vai até a escola ou um funcionário da escola o faz. Com a glicemia alta é bom o aluno ir para casa. Se a criança faz as suas refeições na escola, é preciso avisar quanto as suas restrições, principalmente em relação aos açúcares, que devem ser substituídos por adoçante.

Dicas aos Pais em Ambiente Escolar:

1) Antes do início das aulas, converse com orientadores, professores (em especial com o professor de educação física) e merendeira da escola para dar informações sobre o diabetes e sobre os cuidados necessários para um bom controle glicêmico.

2) Uma das dicas é o uso do “Cartão do Diabetes”, que pode ser fornecido pelo endocrinologista (também está disponível no site www.diabetes.org.br).

3) É importante deixar à mão dos profissionais da escola os telefones de contato dos pais e do médico para qualquer emergência.

4) Deixar material informativo sobre o diabetes, principalmente sobre os sintomas de hipoglicemia.

5) Manter, na mochila da criança, a carteirinha do plano de saúde e o contato do médico.

6) Saber com o médico que atende a criança sobre a necessidade de tomar insulina na escola e informar-se junto à instituição se há um profissional apto a aplicá-la.

7) Descrever aos profissionais da escola o comportamento da criança durante uma crise de hipoglicemia. Ressalte que cada criança apresenta um conjunto de sinais característicos: umas ficam sonolentas, outras agitadas, ou podem ficar pálidas e até “estranhas”.

8) Alerte também sobre as queixas da criança, que devem ser levadas a sério e não vistas como subterfúgios para sair da classe.

9) Lembrem-se que há a necessidade de as suas instruções serem as mais claras e objetivas possíveis.

10) Os pais precisam estar sempre disponíveis para esclarecer quaisquer informações.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

DIA MUNDIAL DO DIABETES!!!!!!!

VAMOS JUNTOS LUTAR POR ESSA CAUSA...VALE A PENA!!!!!!!!









alguns esclarecimentos

Bom dia à todos meus seguidores e amigos....fiquei meio afastada durante um bom tempo, não foi por acaso...estive ausente por motivos de saúde, dias estes que não foram nada fáceis...ser mãe de um docinho e estar de cama é bem complicado....
Graças à Deus a Giovana esteve bem durante todo esse tempo em que eu estive doente...alguns episódios de hipoglicemia, mais nada fora do normal.....
Agora estou de volta a todo vapor....com muitas novidades....

domingo, 23 de outubro de 2011

Rumo ao Top 30 !!!!

Quero agradecer as pessoas que votaram no nosso blog na primeira etapa do Top Blog 2011.... estamos entre os 100...rumo ao Top 30..
A votação zerou e agora começa novamente....continuem votando...estamos juntos na divulgação do diabetes..

Juntas no Top 100 : Doce Gigi Jujuba Diabética,  Minha Doce Vittória,  Viver com Diabetes , A Diabetes e Eu ,  e o Tenho diabetes tipo 1... Nos ajudem votando em todos !!!!  Rumo aos TOP 30!!!!!!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma nova fase na vida da Gigi

Queria compartilhar com vocês a alegria da minha princesinha....ela está lendo!!!!!
Só tem 5 aninhos e está uma gracinha lendo as historinhas...da vontade de morder....(rsrsrs), coisas de mãe coruja...
Ela está sentindo-se nas nuvens...radiante....era o sonho dela aprender a ler o mas rápido possível, depois vou fazer um vídeo com ela lendo e posto aqui pra vocês verem...
Graças a Deus o diabetes não afetou a vida escolar da Giovana..tínhamos muito medo de como sria o seu rendimento...teve muitas hiperglicemias no começo...depois as hipoglicemias.... as internações...mas tudo acabou bem...agora é continuarmos com o diabetes controladinho e seguir em frente...ainda temos muitos anos de escola por vir....

Dulcinéia ( mãe da Gigi )

Cuidado Redobrado!!!!!

Depois de uma noite daquelas... termômetro...glicosímetro... remédios pra febre...3 banhos noturnos...hoje tivemos que voltar ao hospital...
A glicemia estava alta demais...tinha que ficar corrigindo a cada 3 horas...
O antibiótico que a médica receitou era fraco, tivemos que mudar...a infecção aumentou um pouquinho..infelizmente, mais agora com a nova medicação tenho fé que tudo vai dar certo...
Estou um pouco assustada...agora cuidado redobrado até com arranhões...
A Gi vai ficar essa semana toda sem ir à escola....foi justo o dedinho que apóia o lápis...
Mais um acontecimento para o nosso aprendizado...


Dulcinéia (mãe da Gigi)

domingo, 2 de outubro de 2011

Artes de Giovana!!!!!!!!!

A desobediência trás consequências ruins...

Essa semana a Gigi foi prova disso...me desobedeceu e mexeu com faca sem minha permissão... imagina o resultado... fez um cortinho no dedo, bem superficial...mais dois dias depois, devido forçar o dedo para escrever e apoiar o lápis em cima do cortinho...infeccionou...formou uma bolha bem grande nas laterais do dedo. Achei que era somente uma bolha de água e que depois secaria sozinha...mais não foi bem assim...começou a dor e latejar..não tivemos escolha, fomos ao hospital. 
Foi necessário aplicar anestesia local e furar a bolha, que já estava toda infeccionada por dentro...foi feita a limpeza do local e enfaixado...
Agora é ficar de molho e tomar antibiótico por 7 dias...
Graças à Deus que a glicemia está bem controladinha... fiquei super preocupada, agora até arranhões vão ser tratados com mais cuidado.. Essas crianças, nos dão cada susto...



terça-feira, 27 de setembro de 2011

Puberdade pede ajustes e orientação

Entrevista com a endocrinologista Sylka Geloneze, da Unicamp

O que pega na adolescência? Para muitos adultos, o que pega é que as mudanças comportamentais dos seus filhos os tornam 'uns aborrecentes' ou mesmo 'adolinquentes'. Para a galera mais jovem o que pega é que eles se sentem, quase o tempo todo, injustiçados e incompreendidos. Com ou sem 'trocadilhos', o que vale observar é que a adolescência é uma fase de transição física e comportamental, um período de aprendizagem essencial para que a criança possa entrar no mundo adulto. Naturalmente, para o adolescente que tem diabetes a situação é a mesma, com algumas particularidades, como explica a endocrinologista Sylka Rodovalho Geloneze, pesquisadora do Laboratório de Sinalização Celular da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas.
A adolescência começa entre os 8 e os 14 anos para as meninas, quando elas passam a ter menstruação. No período pré-menstrual, as mudanças hormonais provocam alterações na glicemia que precisam ser corrigidas. Nesses dias, explica Sylka, podem ser necessários ajustes nas doses de insulina e na alimentação, e é recomendável a monitorização mais intensa.
Nos meninos, o início da adolescência se caracteriza pela produção de testosterona, que passa a ser constante e cada vez mais intensa, até atingir o patamar de adulto. Nesse período, o garoto ganha massa muscular, muitas vezes inicia a prática de atividades físicas, o que também requer ajustes na insulina. Essa fase, também conhecida como puberdade, ocorre no sexo masculino entre os 9 e os 16 anos. Para ambos os sexos, a adolescência se estende até os 18 anos.
Para a endocrinologista, as principais mudanças vão além da questão hormonal. Igualmente importantes são as modificações de comportamento. O jovem quer se sentir um igual em relação aos amigos e está mais exposto à possibilidade de ingerir bebida alcoólica e fumar. "Ele precisa saber que o álcool expõe à maior possibilidade de hipoglicemia e o fumo aumenta o risco cardiovascular no futuro", adverte a médica.
Ao mesmo tempo, é nessa fase também que a criança começa a ter mais autonomia em relação ao controle da glicemia e ao seu tratamento, lembra Sylka, e, por isso, precisa receber mais orientação. "Os pais devem estar atentos ao comportamento do adolescente sem, contudo, impedir que ele passe a ter maior controle sobre seus cuidados com o diabetes", aconselha.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

3ª Blogagem Coletiva - Cura Do Diabetes? Uma Causa perdida?

O controle inadequado da doença ao longo dos anos representa ameaça à vida do portador em virtude da possibilidade de alterações micro e macrovasculares que levam à disfunção, dano ou falência de vários órgãos.
Entre as alterações microvasculares, encontram-se a retinopatia, com a possibilidade de cegueira e/ou neuropatia, a nefropatia, que pode evoluir para insuficiência renal, a artropatia de Charcot e as manifestações de disfunção autonômica, incluindo disfunção sexual. As alterações macrovasculares incluem a doença vascular aterosclerótica, com possível evolução para infarto do miocárdio, a doença cérebro vascular associada a acidentes cerebrais hemorrágicos e a doença vascular periférica que favorece o desenvolvimento de úlcera nos pés e eventuais necessidades de amputação.
O Diabetes mellitus atinge em todo o mundo grande número de pessoas de qualquer condição social, configurando-se como problema, individual e de saúde pública, de alta relevância. Não escolhe idade, sexo e nem cor.
O tratamento é caro...os insumos são caros ( agulhas, canetas, aparelhos), as insulinas adequadas são super caras (Giovana usa Lantus e Novorapid), os alimentos diet são o triplo do preço normal, é preciso ter uma alimentação saudável e completa..sei contar os esportes que são de grande ajuda no tratamento e as mensalidades não são baratas, no fim do mês para se garantir um controle satisfatório a soma de tudo isso fica bem carinha...
Fico imaginando, como seria cuidar da Giovana se Eu não tivesse condições financeiras e não pudesse contar com diversas ajudas que recebo diariamente... seria impossível. É muito triste saber que existem locais pelo nosso Brasil a fora, que não fornecem nem o básico para o tratamento.. Essa semana ajudei um senhor que não recebia seringas, o fornecimento de insulina era precário..e sua filha estava mal, por conta de tudo isso e Ele sem condições de comprar os insumos...
Será que é tão difícil a conscientização de que o Diabetes não é brincadeira? Ele chega de mansinho....mais o seu estrago é enorme, quando tratado de qualquer forma, sem um controle adequado. Todos os meses quando vou buscar os insumos da Giovana no posto, volto revoltada, muito triste, somos tratados com pouco caso, como se estivéssemos pedindo esmolas, acham um absurdo fazer de 6 a 8 testes diários, e quando digo que ela usa caneta então...aí é que pensam se ela tem o "luxo" de usar caneta porque ta pegando tiras no posto? Imaginem se usasse bomba de insulina... as pessoas não têm a menor consciência do que estão dizendo..não sabem nada sobre a doença, um verdadeiro descaso... e ainda sou obrigada a lembrar toda vez que isso tudo é direito da minha filha...
Agradeço à Deus todos os dias a benção de poder comprar o que a Giovana necessita para ter um controle decente, e uma alimentação adequada, agradeço pelo pouco que ela recebe do governo, e também pelas doações recebidas de pessoas amigas e de um coração imenso.
Apesar de todos altos de baixos da doença, nunca desisti de esperar pela Cura, sei que de algum modo ela virá...Deus há de nos contemplar com essa benção.

Dulcinéia ( mãe da Gigi)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bons controles!!!!!

Tantas Hipoglicemias, mal estar, dor de cabeça, hiperglicemia sem explicação...muita chateação mesmo, nos fizeram mudar o tratamento mais uma vez...

A Giovana usava Lantus apenas uma vez ao dia (20:00), agora fracionamos a dose da Lantus e mudamos para duas vezes ao dia (07:00 e as 19:00).. graças à Deus está dando tudo certo...melhores controles, a glicemia ta ficando bonitinha na casa dos 120, 130, máximo 180..um docinho....rsrsrs e ta me deixando rindo atoa...estávamos precisando de um descanso...

Estamos diminuindo aos poucos as doses, pois a Giovana começou a sentir muito mal estar...mesmo a glicemia estando normal..também pudera né...diminuímos 10 unidades...

Vamos fazer alguns ajustes ainda...pra ficar tudo ok....mais estamos contentes com os resultados....e a saúde da Giovana agradece....

Dulcinéia ( mãe da Gigi)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Entrevista com a Jornalista Vanessa Pirolo


Achei legal compartilhar essa matéria sobre o diabetes no dia a dia da Jornalista Vanessa Pirolo, fa z a gente ver as coisas de um outro ângulo....muito legal, vocês também vão gostar....


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Como falar com uma criança sobre um diagnóstico?

Entrevista com a psicóloga Kátia Markenson


O momento em que uma criança recebe um diagnóstico traz dúvidas e incertezas para sua família, principalmente quando se trata de uma doença que terá de ser tratada durante toda a vida, como é o caso do diabetes. Uma das primeiras questões que surgem é sobre como falar com ela sobre o assunto. Deve-se dizer tudo? É bom ocultar alguma coisa? Quem dá as respostas é a psicóloga Kátia Markenson, especializada no atendimento a pacientes com diabetes e seus cuidadores.
Kátia Markenson - "O que vai fazer a grande diferença na aceitação do diagnóstico e na forma de ajudar é como a família se comunicava antes do aparecimento do diabetes. Nas famílias próximas, afetuosas, que dão suporte costumeiramente, a tendência é que esse momento seja mais leve para a criança. Quando há distanciamento entre pais e filhos, quando as questões não são discutidas e não há clareza, esse comportamento acaba prevalecendo também num momento de dificuldade ou no surgimento de novas situações.
Outro ponto importante que influi na superação do novo obstáculo é a aceitação da própria família. O diabetes exige mudanças de comportamento imediatas, como tomar insulina ou fazer testes de glicemia, que não podem esperar que a família se acomode aos poucos à nova rotina. Os pais têm de se adaptar a essa rotina e aceitá-la antes mesmo de ter tempo para pensar sobre ela.
As famílias com maior dificuldade de diálogo tendem a achar que não precisam conversar com a criança, mas o diabetes exige a participação dela em seu tratamento e isso exige treinamento e conversa. Por isso, o indicado é explicar a ela o que está acontecendo, em linguagem clara, objetiva e acessível ao seu entendimento. A receptividade da criança varia conforme sua idade. Crianças mais velhas podem já ter incorporado mitos sobre doenças e em sua cabeça a doença pode estar associada a velhice e morte. Mostrar que a doença também pode atingir crianças e que não significa morte também exige conversa.
Costumo dizer que conversar sobre diabetes com crianças é a mesma coisa que falar sobre sexo. As explicações devem ser claras e ir até o ponto em que a criança demonstre interesse, com suas perguntas. Se ela continua fazendo perguntas é porque o assunto ainda não está claro em sua cabeça. Se ela não pergunta, é porque entendeu e está satisfeita com as respostas."

Diabético pode usar colírio?

Entrevista com o oftalmologista Ricardo Neves, da UERJ


Para qualquer pessoa, o uso de colírio deve ser feito com precaução. Embora seja um medicamento vendido sem necessidade de apresentar receita médica, é preciso saber que há diferenças entre os produtos e que alguns podem ser prejudiciais quando seu uso não corresponde à necessidade específica do paciente. Para o diabético, a regra também vale e a atenção deve ser redobrada, como explica o oftalmologista Ricardo Neves, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Ricardo Neves - "A população em geral acha que colírio não tem efeitos colaterais e que qualquer um deles pode ser utilizado por qualquer pessoa. Colírio é um medicamento e tem várias formulações: corticóides, antiinflamatórios não esteróides, antibióticos, hipotensores oculares, vasoconstritores (descongestionantes), ou seja, existem diversas formulações, como ocorre com qualquer medicamento.
Cada classe de colírio tem uma indicação específica e o uso inadequado pode levar a complicações. É sempre bom lembrar que a automedicação é um perigo, principalmente para quem tem alguma doença crônica, e isso se aplica também para os colírios.
Algumas classes de colírios produzem menos efeitos colaterais, como é o caso dos lubrificantes, que só vão causar problemas a quem tiver alergia a um de seus componentes. Os colírios descongestionantes devem ser usados com parcimônia. A aplicação em demasia pode provocar efeito rebote, ou seja, diminuição do efeito do medicamento. Desse modo, o melhor é só utilizar colírios com indicação médica. No caso do diabético, que muitas vezes tem outras doenças associadas, alguns colírios devem ser especificamente evitados, como, por exemplo, os que contêm corticóides e que só podem ser aplicados com indicação médica. Os corticóides podem aumentar a pressão intra-ocular e causar glaucoma, provocar o aparecimento ou acelerar uma catarata, doença à qual os diabéticos já estão mais sujeitos, e ainda facilitar o surgimento de infecções como o herpes.
Colírios que contêm antibióticos utilizados sem necessidade específica podem aumentar a resistência do organismo e acabar provocando uma infecção ocular. Em relação aos colírios vasoconstritores, se utilizados em excesso podem ser absorvidos pelo organismo e provocar aumento da pressão arterial. Muitos pacientes diabéticos apresentam hipertensão arterial."

Triglicéride elevado está relacionado ao diabetes?


Entrevista com o cardiologista Aloyzio Achutti, do Ministério da Saúde
Embora sedentarismo e maus hábitos alimentares sejam as principais causas de níveis elevados de triglicérides, o diabetes pode estar frequentemente por trás dessa elevação, informa o cardiologista Aloyzio Achutti, consultor do Ministério da Saúde. Ele também explica como lidar com o problema, que em geral pode ser tratado apenas com mudanças de comportamento.
Aloyzio Achutti - "Nem sempre é sedentarismo, maus hábitos alimentares ou diabetes que provocam níveis altos de triglicérides. Muitas vezes essa alta é consequência de medicamentos, como o tamoxifeno, utilizado contra o câncer de mama, ou de outras doenças como a artrite reumatóide ou a insuficiência renal. Entretanto, como a elevação desses níveis pode estar associada à glicemia, toda vez que houver uma alta é preciso verificar se a pessoa está com diabetes, visto que se essa hipótese não for investigada e estiver presente, mesmo que a pessoa mude sua alimentação e pratique atividades físicas e até tome medicamentos específicos, nem sempre obterá resultado satisfatório no controle do triglicérides.
Os triglicérides, que são da classe das gorduras, podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares, assim como o colesterol ruim (LDL) elevado. A diferença entre os dois é que o comportamento do colesterol tem um forte componente genético e por isso não é raro encontrarmos pessoas da mesma família com colesterol elevado, independente do peso de cada um dos seus integrantes.
Os triglicérides têm seu comportamento mais ligado ao hábito alimentar. Quando a pessoa consome mais caloria do que gasta, não importa se proveniente de gorduras ou de carboidratos, ela pode apresentar elevação dos triglicérides. Em geral, a recomendação é reduzir o consumo calórico e praticar atividades físicas. Em menor número de casos, pode ser necessário o uso de medicamentos.
Os níveis adequados de triglicérides vão até 150 mg/dl. Acima de 200 mg/dl, já se considera um caso de doença e acima de 500 mg/dl, a pessoa corre alto risco de doenças cardíacas."

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Nossa Matéria no site da Accu-Chek


Informação sobre diabetes proporciona mais segurança nas escolas

Mães de primeira viagem em diabetes passam por momentos difíceis por não saberem lidar com seus filhos na escola. Afinal, não é nada fácil, principalmente quando os filhos são pequenos. No instante em que o diagnóstico da doença aparece, a insegurança invade os corações apertados da família inteira. A angústia aparece principalmente no período que estão na escola.

Viviane Bernardo Polimeno, administradora, mãe de Vinicius, que tem quatro anos, dois anos e sete meses com diabetes tipo 1, conta como foi o choque do diagnóstico, “ficamos sem chão e desorientados, mas depois de um tempo fomos nos acostumando com a nova realidade”.
Passado o primeiro impacto, a criança precisa retomar a vida normal e assim ir à escola. Mas como a família deve proceder? Como pode vencer a insegurança se o filho passar mal?
Para Viviane, não foi nada fácil. “Meu filho estuda em uma escola pública onde a professora e outros funcionários não realizam a medição da glicemia. Se ele passar mal, sou chamada para socorrê-lo. A maior insegurança é que tenha hipoglicemia, pois os colaboradores da instituição não sabem lidar com a situação”.
A psicóloga Graça Camara, coordenadora do departamento de psicologia da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica quais são as primeiras atitudes na escola. “Informar a direção, coordenação pedagógica (dependendo da estrutura da escola) e os professores diretamente envolvidos com a criança sobre a condição de seu filho e eventuais situações de hipo e hiperglicemia que podem ocorrer.  É importante entregar material de orientação por escrito, se possível. Quando há algum profissional de enfermagem na escola, a situação fica mais tranquila”.
Com o passar do tempo, a vivência traz mais tranquilidade
Dulcinéia Maia Roza, formada em administração de empresa, mãe da Giovana com cinco anos, dois anos e meio com diabetes tipo 1, comenta como foi a sua experiência quando a filha entrou na escola. “Havia acabado de me divorciar e a Giovana apresentava descontrole da glicemia. Fui conversar com a diretora da escola, pois tinha  medo de Giovana desmaiar, ficava nervosa, com medo de tudo atrapalhar o seu aprendizado. Vivia com o celular na mão e frequentemente a escola me ligava”, conta.
“No começo, ficava com a Giovana na sala de aula até que ela se acalmasse, pois chorava muito e a glicemia subia bastante. Na hora do intervalo, voltava para a escola para fazer o teste de glicemia e aplicar insulina. Contava também com o cuidado da professora que ficava atenta quanto aos sintomas da minha filha”.
“Este ano, Giovana já se adaptou bem à escola. Vou somente para medir a glicemia e aplicar a insulina antes do recreio. Mandei todas as orientações por escrito para a escola. Mantenho a minha filha bem informada sobre tudo, ela mesma hoje já identifica quando está com hipoglicemia e avisa a professora”, relata Dulcinéia.
Manter o corpo docente bem orientado é o caminho mais fácil para recuperar a segurança no momento do filho ir à escola. “Os pais devem inicialmente fazer uma reunião com os professores, colegas de turma da criança, merendeiras e outros colaboradores. Uma das soluções é contatar uma associação de diabetes da cidade. A Associação Diabetes Brasil (ADJ) realiza um trabalho de palestras nas escolas paulistanas. O mais importante é manter seu filho bem orientado e o mais independente possível. Em reuniões com os pais, é importante reforçar informações e, na mudança do ano letivo e de professor, ressaltar as informações e entregar o material escrito”, recomenda Graça.
Estas dicas foram seguidas por Dulcinéia, “tanto os diretores como professores me auxiliam, só não realizam o teste de glicemia e não aplicam insulina. Estão sempre atentos aos sintomas. Quando há algum evento como festa junina e passeios, informam com antecedência. Hoje já faço parte do conselho da escola, assim posso orientá-los melhor sobre a condição. Já estou até providenciando um informativo sobre diabetes para disponibilizar aos funcionários e professores quando voltarem de férias”.
No caso da Viviane, a escola não se envolveu muito com a condição de Vinicius. “Levei alguns folhetos e livrinhos sobre diabetes e conversei muito com os diretores e professores. Perguntei se gostariam de receber palestra, mas não tive retorno. Fico em cima da professora todos os dias para saber que atividade meu filho realizou, o que comeu e como reagiu”.
“Então, para amenizar a situação, hoje moro em frente à escola, procuro alimentá-lo bem para que não tenha queda de glicemia e, na mochila, tem sempre um kit com mel ou bala líquida”, comenta Viviane.
Graça ressalta a importância de ultrapassar o preconceito: “a arma ideal contra esse obstáculo é a informação. Os pais e as crianças não devem esconder a condição, pois os riscos são grandes e, cada vez mais, o diabetes passa a ser um ‘peso’ para a criança ou jovem ou para a própria família e impede que uma etapa seja atingida, a aceitação”.
Um alerta importante dado pela Dulcinéia é que “oriento bem a Giovana para que não seja motivo de brincadeira entre os colegas, peço para que fique atenta e somente procure ajuda se realmente estiver passando mal, pois já aconteceu da minha filha dizer que estava com algum sintoma e fui ampará-la. Quando cheguei, ela estava bem, mas sem vontade de fazer a atividade. Por isso, sempre recomendo aos professores que fiquem atentos, pois as crianças são espertas. Nesses casos, vou à escola, faço o teste de glicemia e se estiver na normalidade, dou um beijo e faço voltar à aula”.
Iniciativa Associação Diabetes Brasil (ADJ)
Em novembro de 2009, a Associação começou a executar o projeto Nutrição em Ação. O objetivo foi transmitir informações sobre alimentação saudável e a necessidade de atividades físicas, como fatores indispensáveis para diminuição do risco de obesidade e prevenção de doenças, visando à melhora da qualidade de vida dos alunos da rede pública de ensino.
Com o apoio da Fundação Mundial de Diabetes e do Ministério da Saúde, segundo a coordenadora da iniciativa, Maria Izabel Homem de Mello, “o projeto já atingiu 52 escolas nas zonas leste, oeste, sul, norte e centro e municípios como Barueri, Mogi das Cruzes, Itanhaém, Santos, Sapucaí Mirim, Ourinhos, Espírito Santo do Turvo e Santa Cruz do Rio Pardo”.
“No total, foram atingidos mais de 29 mil crianças e adolescentes do Ensino Fundamental e Ensino Médio e uma média de 20 funcionários por escola, contabilizando mais de 1 mil colaboradores sensibilizados”, complementa Maria Izabel.
Com uma trajetória de dois anos, o programa prevê atingir em torno de 60 escolas públicas e 36 mil estudantes diretamente, além de funcionários das escolas presentes nas ações e familiares dos estudantes.
De acordo com Maria Isabel, “os programas escolares de educação em saúde são, no momento, a estratégia mais eficaz para reduzir problemas de saúde pública crônica relacionados ao estilo de vida sedentário e padrão alimentar inadequado. Como o conteúdo programático curricular não abrange todas as informações necessárias para mudanças de hábitos saudáveis, são necessários programas contínuos de educação em saúde”.
Box:Projeto obriga escolas a ter profissional de saúde para cuidar de doentes crônicos
O deputado federal Jonas Donizette (PSB), presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, apresentou no dia 29 de março de 2011 o Projeto de Lei que obriga as escolas a manterem um profissional de saúde para atender alunos com doenças crônicas. A medida beneficia aqueles que precisam de cuidados cotidianos ou eventuais, como diabetes, epilepsia, asma, alergias, hemofilia, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, entre outros.
Na ocasião, o parlamentar apresentou outro projeto de lei, que complementa a primeira proposta e beneficia as escolas públicas, considerando as despesas com a remuneração de profissionais de saúde. “A medida não afeta de modo expressivo o orçamento obrigatório da educação e ainda vai permitir um investimento consistente em prol do aluno dentro da própria unidade escolar”, acrescentou o deputado federal do PSB.
Crianças na escola
Para Jonas Donizette, a exclusão de alunos por problemas de saúde crônicos caracteriza a violação de direitos constitucionais, mais nitidamente no campo dos direitos da criança e do adolescente, e da proteção e da assistência necessárias. Na justificativa do Projeto de Lei, o deputado deixa claro que sob nenhuma hipótese é admissível que escolas excluam crianças e adolescentes por força de uma conveniência econômica, financeira, religiosa, ideológica ou qualquer outra que seja. O deputado ainda acrescenta que, no caso das escolas particulares, ser proprietário de escola não é possuir um negócio como outro qualquer, pois educação e ensino não são mercadorias.
Segundo a proposta de lei, o não cumprimento da determinação implicará, na primeira autuação, uma multa de R$ 20 mil e R$ 40 mil na segunda. A partir da terceira, a multa passa a ser de R$ 60 mil por cada constatação.
 Fonte:ttps://hwww.accu-chek.com.br/br/especiais/filhos-na-escola.html

domingo, 14 de agosto de 2011

Feliz Dia dos Pais!!!!!!

Estou aqui para homenagear uma pessoa, muito importante na minha vida e na vida da Giovana, um homem que mesmo estando longe, ainda de nós, mais mesmo assim dedica sua vida para nos ver bem e felizes...
Alexandre, obrigada vida por ter adotado minha filha e ter dado tanto carinho à ela quando mais precisou, obrigada por me ajudar com a Gigi... por tentar entender o diabetes dela e participar da nossa vida e ter o prazer de compartilhar comigo os momentos de superação e vitória da Giovana...somos muito gratas à vc


Eu e a Gigi te Amamos!!!!!


Feliz dia Dos Pais!!!!!

Dulcinéia (mãe da Gigi)

TEMOS MUITO ORGULHO DE VOCÊ

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Estou de Volta!!!!!!

Boa Noite aos meus seguidores... fiquei afastada por um período, pois estava me dedicando exclusivamente à Giovana, a sua recuperação...depois de tantos acontecimentos..hoje estou aqui de volta para contar como estamos... A recuperação da Gigi tem sido muito boa...acabou os medicamentos ontem..a glicemia ainda não controlou muito bem...não teve hiperglicemias agudas....mais teve muitas hipos... 32...45..54.. mais agora parece que tudo está chegando nos eixos novamente...

Foram dias cansativos de muitas idas e vindas do hospital... mais graças a Deus nos mantivemos fortes...e saímos vitoriosas de tudo isso...Ainda estamos em São Paulo...não voltamos para nossa casa em Mirassol....nesse meio tempo meu pai fez uma cirurgia do coração e a Giovana está se saindo muito bem como enfermeira do vovô...

Logo teremos mais novidades....beijos à todos...


Dulcinéia ( mãe da Gigi )
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